Serviço · Financeiro
Conciliação bancária
Cada entrada e saída do extrato batida com o que o sistema diz que aconteceu: vazamentos, valores não pagos, taxas de maquininha e a separação entre pessoa física e jurídica.
"Para onde vai o dinheiro?" é a pergunta que mais aparece no diagnóstico. E a resposta quase nunca está no sistema da clínica; está no extrato do banco, comparado linha por linha com o que deveria ter entrado e saído.
O que é
A conciliação bancária confronta três fontes: o extrato do banco, o relatório da maquininha e do convênio, e o registro de atendimentos. Cada recebimento é ligado ao atendimento que o gerou; cada saída, à despesa que a autorizou. O que sobra sem par é exatamente o que precisa ser explicado: consulta atendida e não paga, repasse de convênio menor que o faturado, taxa de antecipação que ninguém contratou, despesa pessoal paga pela conta da clínica.
Fazemos a conciliação mensal e, no início do trabalho, uma revisão dos últimos meses, que costuma ser a parte mais reveladora.
O que muda
- Você passa a ver o caixa real, não o caixa que o sistema imagina.
- Glosas e repasses a menor viram uma lista com nome de convênio e valor, para cobrar.
- Taxas de maquininha e antecipação aparecem como custo, e podem ser renegociadas.
- Pessoa física e jurídica ficam separadas, o que protege o médico e simplifica o imposto.
Um exemplo
Numa clínica com faturamento de R$ 80.000 por mês, a conciliação dos últimos seis meses encontrou R$ 4.200 em atendimentos registrados e nunca recebidos, R$ 1.900 em glosas não contestadas e uma antecipação automática de recebíveis que custava 3,5% ao mês sobre quase toda a receita de cartão. Nenhum dos três aparecia em relatório algum. Somados, passavam de R$ 8.000 por mês.
Como entra no plano
A conciliação é a base do sistema personalizado, que passa a fazer parte dela automaticamente, e alimenta a precificação com o custo real de cada forma de pagamento. Dentro do plano de acompanhamento, o fechamento mensal começa por ela.