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Estudo de perfil de paciente
Quem sustenta a sua atividade, quanto cada perfil rende e o que isso muda na agenda, no preço, nos contratos e na comunicação do consultório ou da clínica.
Todo médico tem uma ideia de quem é o seu paciente. Quase nenhum tem o número. E a diferença entre a ideia e o número decide preço, agenda, convênio e até o texto do site.
O que é
O estudo cruza os dados de atendimento com o financeiro: de onde vêm os pacientes, quantos retornam, quanto cada perfil rende por ano, qual convênio traz quem, qual procedimento atrai quem, onde estão as faltas e os cancelamentos. Dele saem os perfis que sustentam a atividade e os que custam mais do que rendem.
A leitura jurídica entra junto: cada perfil tem um conjunto de documentos que precisa existir. Termos de consentimento para procedimentos, política de faltas e reembolso para quem falta, autorização de imagem para quem aparece na divulgação, contrato claro para tratamentos continuados.
O que muda
- A agenda passa a ser desenhada para quem rende, não para quem aparece.
- O preço e a política de retorno respeitam o perfil real, e ficam escritos.
- A comunicação fala com quem você quer atender, em vez de com todo mundo.
- Os documentos que cada perfil exige passam a existir antes do problema.
Um exemplo
Num consultório de especialidade clínica, 30% dos pacientes vinham de um único convênio que pagava pouco e atrasava. O estudo mostrou que esse grupo gerava 12% da receita e 45% das faltas. A clínica não precisou romper com o convênio: limitou os horários oferecidos a ele, criou uma política de confirmação e passou a ocupar os horários liberados com particulares e com um segundo convênio que pagava melhor. A receita subiu sem uma consulta a mais na agenda.
Como entra no plano
O estudo de perfil usa os dados da conciliação bancária e do sistema personalizado, e alimenta a precificação e o jurídico preventivo.