Serviço · Os três fios
Sistemas personalizados
Um sistema de gestão construído para a sua atividade, não adaptado dela: controle de pacientes, produção, caixa e relatórios para ver, ao vivo, como o consultório ou a clínica está.
Os sistemas de prateleira para clínicas fazem agenda e prontuário muito bem. O que eles não fazem é responder às perguntas que decidem o mês: quanto cada convênio rende de verdade, qual procedimento tem margem, o que já entrou no caixa e o que ainda vai entrar, quanto sobra depois do imposto. Essas respostas dependem de como a sua atividade funciona, e por isso o sistema precisa ser construído em cima dela.
O que é
Desenvolvemos, para cada consultório ou clínica, um sistema próprio de gestão: cadastro de pacientes e atendimentos, produção por profissional e por convênio, contas a pagar e a receber, conciliação com o extrato, fechamento mensal e relatórios. Ele nasce do diagnóstico e do plano: os campos, os relatórios e as regras são os da sua atividade, com o vocabulário que a sua equipe já usa.
O sistema fica com o médico, com acesso aos dados a qualquer hora. A equipe é treinada para usá-lo na rotina, e a MEDMETRIC o ajusta ao longo do acompanhamento.
O que muda
- Você vê, ao vivo, como a atividade está: produção, caixa, margem, inadimplência.
- A secretaria registra uma vez, e o financeiro, o contábil e o jurídico leem a mesma informação.
- Relatórios que hoje exigem uma planilha manual, ou não existem, saem prontos.
- Decisões passam a ter dados: qual convênio manter, qual horário abrir, qual procedimento divulgar.
Um exemplo
Uma clínica com quatro especialidades usava três controles: a agenda do sistema comercial, uma planilha de produção e o caderno do financeiro. Ninguém sabia dizer quanto cada especialidade rendia. Com o sistema construído sobre os atendimentos reais, a produção por profissional, o repasse de cada convênio e a margem por procedimento apareceram no primeiro fechamento. Uma das especialidades rendia menos do que custava, e a decisão sobre ela deixou de ser uma opinião.
Como entra no plano
O sistema costuma entrar na segunda fase do plano, depois do estudo tributário e da precificação, que definem as regras que ele vai aplicar. A conciliação bancária passa a ser feita dentro dele.